Orquestra do Núcleo Liberdade encerra 2017 com concerto

Publicado em: 19/12/2017
IMG_2468

Mãos levantadas para mostrar a satisfação de quem integra o Núcleo Liberdade desde a sua fundação, em março de 2016. Assim teve início o concerto de encerramento de ano deste Núcleo do NEOJIBA, na última sexta (15).

Ao longo do ano, as crianças puderam vivenciar várias experiências de prática instrumental. Inicialmente, tocavam com protótipos de papel, em seguida, com instrumentos de plástico, para enfim chegar no tão sonhado instrumento de madeira. Para além desta trajetória, o resultado final mais significativo foi a constituição de uma formação orquestral no Núcleo.

“É o nosso primeiro concerto com orquestra ‘completa’. Estou muito orgulhoso de vê-los saindo da iniciação musical e tocando instrumentos, como o trombone, por exemplo”, afirma André Felipe, coordenador do Núcleo Liberdade. As crianças começaram a praticar com seus instrumentos em março de 2017. Pela primeira vez, as cordas se apresentaram junto com os sopros, apesar da orquestra ainda não contar com alguns instrumentos como fagote, oboé, trompa e tuba.

Alana Santos Gomes, 9 anos, é integrante do Núcleo Liberdade desde sua fundação. Em março deste ano, trocou a flauta doce pela clarineta. “Eu gosto do som, gosto de tocar. A música que mais gosto de tocar na clarineta é Águas de Março, porque todo mundo conhece”, conta. Sophia Silva, 8 anos, experimentou a flauta doce por um dia e logo trocou para o violino de papel. Agora, se apresenta com o instrumento de madeira. “Tenho um amor muito grande por meu violino. Até quis experimentar o violoncelo, mas como eu sou baixinha, não dá. A música que mais gosto é Brilha Brilha Estrelinha”, afirma.

Ainoã Cruz, instrutora de violino, não esconde a satisfação de quem acompanha essa evolução de perto. “Fico muito orgulhosa porque fui a única professora de violino das crianças deste Núcleo. Eles são extremamente talentosos. Observar o crescimento de cada um deles me faz querer ser uma professora ainda melhor”, conta.

Para André Felipe, o resultado do concerto mostra o crescimento individual e também coletivo. “Acho que hoje eles são uma orquestra. Quando digo isto significa dizer que eles evoluíram muito e que não são mais crianças tocando instrumentos na iniciação musical”, afirma.

Comentários