Núcleo SESI Itapagipe encerra turnê nas Obras Sociais Irmã Dulce

Publicado em: 16/09/2017
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As apresentações contaram com a participação do Núcleo de Cordas Dedilhadas

Duas tardes de empatia e celebração marcaram o encerramento da Turnê do Núcleo SESI Itapagipe. Entre os dias 11 e 14 de setembro, os integrantes do centro de formação do NEOJIBA se apresentaram em colégios da região da península de Itapagipe. As apresentações de encerramento aconteceram na última quarta e quinta (13 e 14) no Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência (CAPD) das Obras Sociais Irmã Dulce, instituição que é parceira do NEOJIBA. O Grupo Experimental do CAIS apresentou um repertório de música brasileira com a participação do Núcleo de Cordas Dedilhadas.

Na plateia, os moradores do CAPD se divertiram com um momento de quebra da rotina. O centro abriga 87 pessoas que foram acolhidas pela própria Irmã Dulce cerca de 25 anos atrás. Alguns dançavam, outros balançavam a cabeça, tinha quem apenas mexia as mãos ou batiam com os pés no chão, mas todos reagiam com a música. “No Grupo Experimental do CAIS, temos alguns integrantes que são moradores do CAPD, então fizemos questão de trazer a turnê para esse espaço para que todos os moradores, e até os cuidadores e funcionários, pudessem ver o trabalho que realizamos”, conta Gileard Teixeira, coordenador do Núcleo SESI Itapagipe. O Grupo Experimental do CAIS reúne pessoas com deficiência atendidas no Centro de Apoio à Inclusão – SESI (CAIS).

Gileard avalia de forma positiva a apresentação do grupo, porque conseguiu perceber um crescimento musical dos integrantes. “A proposta de tocar com o Núcleo de Cordas Dedilhadas funcionou muito bem. Mesmo sem muito ensaio, eles conseguiram tocar muito bem”, afirma o coordenador. Para Laura Queiroz, líder do CAPD, e Licinia Lyro, assistente social do Centro, ações como essas são importantes para levar alegria para os moradores. “Pela parceria entre as Obras Sociais Irmã Dulce e o NEOJIBA, já recebemos aqui outros grupos para apresentações. Sempre percebemos que o comportamento é diferente quando tem música para eles assistirem. São momentos importantes, porque acreditamos que a música tem um poder de transformar qualquer pessoa, basta um oportunidade”, afirma Licina.

Além do Grupo Experimental do CAIS, participaram da turnê a Orquestra Sinfônica do SESI, Orquestra de Cordas, Quinteto de Cordas, Coral e a turma de iniciação musical. Em todas as apresentações, os grupos apresentaram um repertório já pensando na grande apresentação de final do ano. “Propôs esse desafio a eles e todos os grupos se saíram super bem. Vamos continuar trabalhando o repertório da turnê até o final do ano para aprimorá-lo para essa grande apresentação”, conta Gileard.

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